Mais de 30 pessoas, entres fiscais e policiais participaram da ação
Os produtos apreendidos em duas lojas no Centro de Jaraguá do Sul, nesta quarta-feira, 28, foram encaminhados para a Central de Combate à Pirataria do Estado, onde serão analisados. Calçados, roupas, relógios, bonés e outros acessórios foram recolhidos numa operação de combate à pirataria em Jaraguá do Sul. Após a finalização desta etapa, todos os artigos devem incinerados.
Mais de 30 pessoas, entres fiscais e policiais participaram da ação, que teve origem a partir de denúncias. A ação do Procon, contou com a parceria da Delegacia do Consumidor, Receita Estadual. do Centro de Combate à Pirataria (CECOP) e das polícias Civil e Militar.
Os fiscais vistoriaram duas lojas na região central e recolheram centenas de produtos de origem duvidosa, entre roupas e calçados. Representantes regionais de marcas famosas, participaram da mobilização. Não há uma informação concreta sobre a quantidade, mas, estima-se que cerca de três mil itens foram recolhidos. Numa das lojas, imagens de câmeras de segurança mostraram pessoas retirando os produtos em sacos plásticos, na noite anterior à operação.
O diretor do Procon de Jaraguá do Sul, Rodrigo Machado, disse que a operação foi sucesso graças às denúncias recebidas pelo órgão de defesa do consumidor, por meio dos canais oficiais da Prefeitura.
A partir de agora a Polícia Civil abre a investigação para tentar buscar a origem dos produtos, logística e outros elementos que comprovem os eventuais crimes.
APOIO ÀS AÇÕES
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Jaraguá do Sul manifestou, por meio de nota oficial, seu total apoio à operação de fiscalização liderada pelo Procon municipal, realizada na manhã desta quarta-feira (28). A entidade destacou a relevância de operações integradas como essa, que fortalecem o comércio legal, protegem o consumidor contra produtos falsificados ou de baixa qualidade e contribuem para um ambiente de negócios mais justo, seguro e equilibrado para todos os empreendedores. Segundo o presidente da CDL Jaraguá do Sul, Gabriel Wulff, práticas ilegais como a pirataria causam prejuízos diretos às empresas que atuam dentro da lei, afetam a arrecadação municipal e comprometem a confiança do consumidor no mercado local.


